{"id":14842,"date":"2020-04-01T13:41:10","date_gmt":"2020-04-01T16:41:10","guid":{"rendered":"https:\/\/redclade.org\/noticias\/entrevista-hay-que-visibilizar-a-las-personas-trans-en-la-generacion-de-proyectos-y-politicas-educativas\/"},"modified":"2020-05-06T18:08:39","modified_gmt":"2020-05-06T21:08:39","slug":"e-preciso-visibilizar-as-pessoas-trans-na-criacao-de-projetos-e-politicas-educativas","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/noticias\/e-preciso-visibilizar-as-pessoas-trans-na-criacao-de-projetos-e-politicas-educativas\/","title":{"rendered":"\u201c\u00c9 preciso visibilizar as pessoas trans na cria\u00e7\u00e3o de projetos e pol\u00edticas educativas&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Somos muito poucas as pessoas trans que realmente temos acesso aos trabalhos formais e, ainda assim, conseguimos com muita dificuldade. No meu pa\u00eds, o acesso ao trabalho e a perman\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o continuam sendo um problema&#8221;, afirma Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez, professora de Literatura no ensino m\u00e9dio no Uruguai na educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica e diretora nacional do <\/span><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/colectivo_trans_uruguay\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Coletivo Trans do Uruguai (CTU).<\/span><\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_14426\" aria-describedby=\"caption-attachment-14426\" style=\"width: 433px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14426\" src=\"https:\/\/redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-1024x512.jpeg\" alt=\"\" width=\"433\" height=\"217\" srcset=\"https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-1024x512.jpeg 1024w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-300x150.jpeg 300w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-768x384.jpeg 768w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-1000x500.jpeg 1000w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1-500x250.jpeg 500w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/collete3-1.jpeg 1025w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14426\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-weight: 400;\">Foto e declara\u00e7\u00e3o de Alejandra Collette para campanha educativa no Uruguai. Foto: Arquivo<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em entrevista \u00e0 CLADE, a ativista e professora abordou os desafios e barreiras que enfrentam a<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">s pessoas trans no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, no c<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ontexto do Dia Internacional da Visibilidade Trans, celebrado ontem (31 de mar\u00e7o).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo Alejandra, al\u00e9m da inclus\u00e3o, a perman\u00eancia e a conclus\u00e3o do ciclo educativo s\u00e3o desafios. &#8220;H\u00e1 uma realidade que leva a que as pessoas trans vivam em situa\u00e7\u00e3o de pobreza, e n\u00e3o possam aceder \u00e0s suas casas, nem pagar pelos servi\u00e7os b\u00e1sicos. Leva tam<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">b\u00e9m a que tenham uma ex<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">pectativa de vida de 35 a 40 anos, na Am\u00e9rica Latina&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Leia a entrevista na \u00edntegra:\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Como \u00e9 ser uma mulher trans no sistema educacional, seja uma estudante ou uma profissional da educa\u00e7\u00e3o?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez &#8211;<\/strong> Ser uma mulher trans que trabalha no <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ensino, e tamb\u00e9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">m na defesa dos direitos na educa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Em nossos pa\u00edses latino-americanos, em uma sociedade machista e patriarcal, em uma educa\u00e7\u00e3o pensada e organizada, estruturada desde uma abordagem cisg\u00eanero e heterossexual, a partir de um olh<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ar bin\u00e1rio, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ser uma mulher trans professora significa lutar contra uma quantidade de preconceitos e imagin\u00e1rios populares contra os q<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">uais \u00e9 preciso q<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ue lutar, procurando desarmar, romper. Por isso, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><em><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Ser uma mulher trans professora significa lutar contra uma quantidade de preconceitos e imagin\u00e1rios populares contra os quais uma tem que lutar, buscando desarmar, romper&#8221;<\/span><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A gente sofre muito, muita coisa acontece.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A gente tem que provar em dobro n\u00e3o s\u00f3 que \u00e9 boa profissional, como tamb\u00e9m que \u00e9 boa pessoa, moralmente e eticamente inquestion\u00e1vel, o tempo todo e com uma constante demonstra\u00e7\u00e3o disso. \u00c9 uma luta que te leva uma vida.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Quais s\u00e3o as principais problem\u00e1ticas que as pessoas trans enfrentam na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, e especialmente em seu pa\u00eds?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez &#8211;<\/strong> Primeiramente \u00e9 a vis\u00e3o de aquilo que as fam\u00edlia<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">s esperam, n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">a educa\u00e7\u00e3o e no trabalho, ou seja, o binarismo. Se te atribuem o g\u00e9nero masculino, [esperam que] voc\u00ea se construa neste g\u00eanero. Se te atribuem o g\u00eanero feminino, [esperam] que voc\u00ea se construa no feminino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por isso, quando as pessoas trans constru\u00edmos nossa identidade, nosso corpo, nossa express\u00e3o de g\u00eanero, o inesperado, enfrentamos a discrimina\u00e7\u00e3o, a viol\u00eancia, o ass\u00e9dio. Isso leva ao <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">bullying <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">na educa\u00e7\u00e3o, ao n\u00e3o ingresso no mercado de trabalho, a n\u00e3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o ser levadas em conta dentro do<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> sistema de sa\u00fade <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">para uma sa\u00fade integral trans. Consequentemente, deixa como \u00fanico destino \u00e0s mulheres trans o trabalho sexual, e aos homens trans, o desemprego ou o trabalho bra\u00e7al.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><em><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Para al\u00e9m da inclus\u00e3o &#8211; podemos incluir, eu vou e<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">me inscrevo em uma universidade e estou inclu\u00edda &#8211; o problema \u00e9 a perman\u00eancia e finalizar o ciclo educativo&#8221;<\/span><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Somos muito poucas as pessoas trans que realmente temos acesso aos trabalhos formais e, ainda assim, conseguimos com muita dificuldade. No meu pa\u00eds, o acesso ao trabalho e a perman\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o continuam sendo um problema.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu sempre falo que para al\u00e9m da inclus\u00e3o &#8211; podemos incluir, eu vou e me inscrevo em uma universidade e estou inclu\u00edda &#8211; o problema \u00e9 a perman\u00eancia e terminar o ciclo educativo. Portanto, h\u00e1 uma realidade que leva a que as pessoas trans vivam em situa\u00e7\u00e3o de pobreza, n\u00e3o possam ter acesso \u00e0s suas casas, nem pagar pelos servi\u00e7os b\u00e1sicos. Leva tamb<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9m a que tenham uma e<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">xpectativa de vida de 35 a 40 anos, na Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<figure id=\"attachment_14418\" aria-describedby=\"caption-attachment-14418\" style=\"width: 433px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-14418\" src=\"https:\/\/redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2-1024x576.jpeg\" alt=\"\" width=\"433\" height=\"244\" srcset=\"https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2-768x432.jpeg 768w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2-500x281.jpeg 500w, https:\/\/old.redclade.org\/wp-content\/uploads\/colette2.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14418\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-weight: 400;\">Alejandra Collette (esquerda) com outros integrantes do Coletivo Trans do Uruguai. Foto: Arquivo<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Qual \u00e9 a import\u00e2ncia do universo trans para a educa\u00e7\u00e3o? E qual \u00e9 a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o para as pessoas trans?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez &#8211;<\/strong> A import\u00e2ncia do universo transg\u00eanero para a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a mudan\u00e7a cultural. Que tanto professores quanto estudantes possam ter uma pessoa transg\u00e9nero em seu centro educativo, em seu grupo de aula, leva a essa luta que impulsionamos hoje, que \u00e9 a mudan\u00e7a cultural. A mudan\u00e7a cultural em primeiro lugar, porque \u00e9 isso que nos levar\u00e1 \u00e0 inclus\u00e3o e perman\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para as pessoas trans, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a coisa mais importante porque permite alcan\u00e7ar a mudan\u00e7a social, a mudan\u00e7a cultural e o acesso a locais de trabalho, aos quais sem educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Quais po<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">l\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o necess\u00e1rias na educa\u00e7\u00e3o para a igualdade de g\u00e9nero e o respeito \u00e0 diversidade sexual?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez &#8211;<\/strong> As pol\u00edticas p\u00fablicas t\u00eam a ver com acompanhar o universo transg\u00eanero na educa\u00e7\u00e3o, com a conten\u00e7\u00e3o de v\u00ed<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">nculo, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o acompanhamento, intervir em situa\u00e7\u00f5es de bullying e discrimina\u00e7\u00e3o, com oferecer ferramentas \u00e0s pessoas trans e pessoas da diversidade sexual para a perman\u00eancia, para a conclus\u00e3o de seus estudos. Tamb\u00e9m t\u00eam a ver com dar ferramentas \u00e0 equipe de professores e \u00e0 equipe diretiva para n\u00e3o discriminar, para n\u00e3o exercer <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">bullying<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, para incluir e ajudar estas pessoas.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">De que modo os diferentes espa\u00e7os educativos (escolas, estabelecimentos de ensino, universidades, \u00f3rg\u00e3os governamentais, etc.) <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">tratam e<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">sta quest\u00e3o e como deveriam abord\u00e1-la?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez &#8211;\u00a0<\/strong> Hoje, na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">est\u00e1 tratando a<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> quest\u00e3o da diversidade sexual, de g\u00eanero, de express\u00e3o do g\u00eanero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas vezes, os professores tratam da quest\u00e3o, mas s\u00f3 fazem isso por compromisso social, mas a educa<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e7\u00e3o como tal, com<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o sistema, n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e3o aborda est<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">a quest\u00e3o e deveria abord\u00e1-la a partir da perspectiva n\u00e3o cisg\u00eanera, n\u00e3o bin\u00e1ria, a partir de um olhar transversal e interseccional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para isso, s\u00e3o necess\u00e1rias outras pessoas atuando na educa\u00e7\u00e3o. Em geral, a educa\u00e7\u00e3o de nossos pa\u00edses latino-americanos \u00e9 dirigida por homens ou mulheres cisg\u00eanero, heterossexuais, que s\u00f3 conhecem o tema da diversidade sexual pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o lhes interessa sensibilizar e trabalhar no assunto.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><em><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A forma \u00e9 dar visibilidade \u00e0s pessoas trans e inclu\u00ed-las na gera\u00e7\u00e3o de projetos educacionais e pol\u00edticas educativas, bem como no monitoramento dessas pol\u00edticas&#8221;<\/span><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 do interesse dos sistemas educativos de alguns pa\u00edses &#8220;educar os mais pobres&#8221;, no caso dos governos mais progressistas. Outros nem sequer t\u00eam interesse nisso<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, e menos ainda v\u00e3o ter interesse na<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> diversidade sexual e na identidade e express\u00e3o de g\u00e9nero. Acho que para isso precisam incluir nos seus cargos diretivos assessores, consultores que sejam pessoas da diversidade de g\u00eanero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o diria da diversidade sexual, porque esse \u00e9 um tema &#8220;mais aceito&#8221;. Se diz, por exemplo: &#8220;\u00e9 gay, mas por mais que seja gay, \u00e9 masculino&#8221;. E assim \u00e9 muito mais aceito. A mulher l\u00e9sbica, se \u00e9 feminina, n\u00e3o tem problema. O problema surge com as pessoas trans.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu acho que a<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> maneira <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">[de mudar este cen\u00e1rio] \u00e9 dar visibilidade<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e0s <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">pessoas trans e inclu\u00ed-las na cria\u00e7\u00e3o de projetos educativos e pol\u00edticas educativas, bem como no monitoramento dessas pol\u00edticas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No contexto do Dia Internacional da Visibilidade Trans, Alejandra Collette Spinetti Nu\u00f1ez, professora de Literatura de educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica  no ensino m\u00e9dio e diretora nacional do Coletivo Trans do Uruguai (CTU), analisou os desafios das pessoas trans nos sistemas educativos<\/p>\n","protected":false},"featured_media":14434,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/noticias\/14842"}],"collection":[{"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/noticias"}],"about":[{"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticias"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/noticias\/14842\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/old.redclade.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}